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Baseado em Gérard de Nerval apresento-vos hoje um resumo romanceado de
A LENDA DA RAINHA DA MANHÃ E DE SALOMÃO FILHO DE DAVID
A primeira publicação, de que há notícia, desta lenda aconteceu em 1730 e foi escrita por Samuel Pritchard.
Espero que gostem.
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No tempo e no espaço – Vamos tentar situar-nos em Constantinopla.
No tempo e no espaço – Vamos tentar situar-nos no Ramadão.
No tempo e no espaço – Vamos tentar ouvir um maravilhoso conto, declamado por um contador profissional, como aqueles que ainda hoje se encontram nos cafés nos bairros operários, perto dos bazares, em Istambul.
Vamo-nos imaginar, calmamente sentados num café, a fumar de um narguilé.
Ao tempo, o Templo estava a ser erguido na montanha de Sião em Jerusalém.
Quando tudo se passa já Hiram servia o Rei Salomão, filho de David, havia dez anos. Dez anos de renúncia ao sono! Dez anos de renúncia aos prazeres! Dez anos de renúncia a festas! Dez longos anos desde que o Rei Hirã de Tiro o tinha oferecido de presente, a ele que pela sua arte e engenho tinha sido considerado Príncipe de Tiro, a Salomão Príncipe dos Génios.
De noite traçava planos. De dia modelava as enormes estátuas de bronze destinadas ao Templo com que Salomão pretendia honrar Adonai. Estátuas de leões, tigres, dragões alados, querubins…
Para tamanha hercúlea tarefa, Hiram tinha instalado as forjas junto ao Templo em construção.
Hercúlea tarefa era também a condução de perto de 200.000 operários. Diz-se terem sido os fundidores mais de 30.000, os canteiros e os pedreiros mais de 80.000 e os serventes mais de 70.000.
Mas, ao certo, quem era Hiram? De onde vinha? Qual era a sua Pátria? Qual era a sua raça? Onde tinha ele adquirido todo o seu imenso saber? Ninguém, ninguém o sabia! Era um enorme mistério! Era o seu segredo!
Nem um amigo, se lhe conhecia. Só se lhe conheciam escravos devotados, devotadíssimos. E Benoni, o seu companheiro. Benoni que aplacou a sua fúria quando, por ordem de Salomão foi decretado um dia de folga, um dia em que nenhum operário trabalhou, um dia em que até os fornos arrefeceram…
Mas, ao mesmo tempo que dava andamento aos Reais desejos de Salomão, Hiram desdenhava da construção do Templo! Profundamente incomodado com a excessiva vaidade do seu Senhor, transmitia as suas preocupações a Benoni.
Contou-lhe sobre uma obra feita em tempos imemoriais pelos filhos de Enoque. Uma obra, cuja grandeza era tal, que terá espantado o próprio Criador! Tão grande fora essa obra que, após arrasada, dos seus dispersos restos tinha sido construída Babilónia!
Ensinou-lhe que o Mundo estava velho, ensinou-lhe que a velhice era débil, ensinou-lhe que à decadência se segue a queda.
Ensinou-lhe o que não era arte. Ensinou-lhe que arte era criar.
E, enquanto ensinava Benoni, Hiram interrogava-se… Uma festa… mas que festa… porquê uma festa agora?
Eis que Benoni o elucida. Benoni diz-lhe que a festa era em honra da Pérola da Arábia, a Divina Balkis, a Branca Filha da Manhã, a Rainha da Manhã, a Princesa da Manhã, a Bela de Mareb, a Sulamita, a Rainha de Sabá! Ela, a herdeira directa de Sabá o descendente de Abraão e de Kétura. Ela, a descendente de Jostão. Ela, que tinha como ascendente o patriarca Heber tetraneto de Sem, pai dos Árabes e dos Hebreus.
A Rainha de Sabá que, nessa manhã, tinha acabado de chegar a Solime para se deleitar com a beleza do Templo em construção, para se aprazer com a sabedoria do Rei Salomão.
O tom suave e monocórdico com que Benoni falava, irritava Hiram. A Hiram não agradava aquele tom monótono que comparava à fala de Musa-Bem-Anram.
E Benoni prosseguia relatando que os guerreiros, que seguiam no cortejo da Rainha de Sabá, eram em maior número que as estrelas. Que a seguiam mais de sessenta elefantes carregados de arcas com tesouros. Que a seguiam muitos camelos carregados de presentes e das bagagens da Princesa da Manhã. Que vinham homens da Abissínia, da Etiópia e do Iémen.
E Hiram ouvia. E Hiram não ouvia. Sonhador, Hiram, murmurava… “mulher de sangue puro e sem mistura… o que vens fazer a esta corte…?”
E Benoni, o seu fiel companheiro, diz-lhe que se dizia que a Bela de Mareb vinha por Salomão, vinha para casar com o seu Senhor, vinha para ter herdeiros dignos da sua raça.
A fúria de Hiram foi enorme ao ouvir as palavras de Benoni. A Hiram, conhecedor das origens de Salomão, não lhe agradava saber que a mulher de sangue puro iria contrair matrimónio com o Rei em cujas veias corria sangue escravo, filho de uma guerreira e do velho pastor David. David descendente da meretriz Ruth e possivelmente de um agricultor de Efrata.
E Hiram, com desalento, prosseguiu os seus ensinamentos a Benoni. Ensinou-lhe que aquele povo já só era uma sombra de si próprio. Que aquela Nação, na sua queda, se aproximava num ápice do Nadir. Que o luxo e a voluptuosidade tinham enfraquecido quer governantes quer governados. Que daí em diante aquele povo só iria servir para vender mercadorias nos bazares e espalhar pelo mundo a usura.
E Hiram, murmurava… “Oh Grande Balkis… Oh Filha dos Grandes Patriarcas… porque vais descer a este cúmulo da ignomínia…!?”
Benoni interrompe o triste Hiram nos seus ainda mais tristes pensamentos. Benoni trata o seu mestre por Adoniram e diz-lhe que por ser véspera do dia de Sabbat, todos os operários se aproximavam para receber o seu salário.
Chegaram todos os artesãos. Adoniram abriu os cofres-fortes e começou a pagar os salários. Adoniram fazia o pagamento em troca de uma misteriosa palavra que lhe era dita ao ouvido. Desse mistério pouco se sabia. Desse mistério sabia-se que os Mestres tinham uma senha, os Companheiros outra e os Aprendizes uma terceira. Dessa senha sabia-se ser uma palavra sacramental que não devia ser comunicada a ninguém sob pena de morte. E mais não se sabia!
Tarde, muito tarde, terminou a distribuição dos salários. Tão tarde terminou, que Adoniram resolveu ir descansar ali mesmo, pelo que mandou embora o seu companheiro Benoni e recolheu às oficinas subterrâneas, às profundezas das trevas.
Na manhã seguinte, a Grande Balkis, que tinha acampado na véspera às portas de Jerusalém, à beira do Cedron, fez a sua entrada triunfal pela porta Oriental da Cidade Eterna. Chegada ao vestíbulo do palácio, saudou o Sol que brilhava sobre as montanhas da Galileia…
Foi, sua Alteza Real, conduzida à sala do trono onde Salomão a esperava.
Salomão desceu lentamente do seu trono para receber a Rainha da Manhã. E recebeu-a, recebeu-a como só um grande Rei recebe uma grande Rainha.
Saudaram-se veneradamente os Reis galanteando-se com as suas Reais Majestades.
Sentaram-se os Reis. Não havia ouro em Salomão, que do mesmo estava coberto da cabeça aos pés, que ofuscasse a Real beleza da Branca Filha da Manhã envolvida, que estava, nas mais finas e transparentes sedas e gazes, qual lírio branco em alva e orvalhada madrugada.
Teve início um interminável cortejo de escravos que carregavam os presentes da Rainha de Sabá para o seu anfitrião, o Rei Salomão. A de tudo um pouco teve direito Salomão. Ouro, prata, pedras preciosas, incenso, mirra, peles de animais exóticos, dentes de elefantes, tudo... tudo... tudo aquilo com que a Real visitante pretendia impressionar Salomão. A de tudo aquilo com que a Real visitante pretendia seduzir Salomão.
Os Reais cumprimentos orais mútuos faziam-se ouvir em muito pouco ruidosos sussurros, acompanhados de Reais sorrisos, acompanhados de Reais vénias.
Tão pouco ruidosos, eram os sussurros, que dos mesmos pouca conta se pode dar. Sabe-se, no entanto, que a Bela Balkis se referiu às suas vestes, desculpando-se mordaz e provocadoramente dizendo “a simplicidade do meu vestuário convém à opulência e não é inconveniente à grandeza” ao que o Imortal Eclesíastes nada mais do que “pois quê Bela Rainha” conseguiu retorquir enquanto forçava um robustecer das suas Reais faces.
Tão pouco ruidosos, eram os sussurros, que nem Zabud, nem Sadoc, nem Azarias, nem Ahia, nem Elioref, nem Josafá, nem Ahias de Silo, nem qualquer outro dos mais próximos cortesãos de Salomão por mais que esticasse o pescoço, por mais que inclinasse a cabeça portadora de orelhas, se atrevia ao mais pequeno esgar, ao mais leve aceno, ao mais disfarçado sorriso…
Tão pouco ruidosos eram os sussurros, que apenas o velho, o surdo, o então já pacífico Benaía dizia com o seu idiota sorriso “Divino! Encantador!...”
Sim, Benaía, sim, esse mesmo! Benaía o, por ordem de Salomão, assassino de Joab, do Sumo-sacerdote Abiathar, do Príncipe Adonias, irmão caçula de Salomão e filho de David.
“Divino! Encantador! Memoráveis e Inesquecíveis Palavras!”, comprazia-se Benaía a dizer enquanto procurava com o seu olhar, o Real olhar do seu Real Amo e Senhor.
“Memoráveis Palavras!” repetia Benaía, o único que se ouvia, brincando com as suas condecorações e esgalhando o mais estúpido e tolo sorriso.
Continuavam os cumprimentos da Rainha de Sabá ao Rei Salomão. Resolveu a Bela das Belas apresentar a Salomão umas adivinhas e charadas. O Sapientíssimo Rei brilhou na decifração das mesmas. O Sapientíssimo Rei tinha-se preparado. O Sapientíssimo Rei tinha, na véspera, ordenado ao seu Sumo-sacerdote, Sadoc, que subornasse o Sumo-sacerdote da sua Real convidada. O Sapientíssimo Rei brilhou!
Continuavam os cumprimentos da Rainha de Sabá ao Rei Salomão. Citava, de cor, a Bela das Belas, passagens das obras de Salomão. Salomão a mais não chegava do que balbuciar “Então lestes as minhas obras…!" Triste espectáculo estaria Salomão a dar, não fossem tão pouco ruidosos os sussurros entre eles…
E de pouco mais, para além dos seus belos e grandes olhos negros, precisou a Princesa do Iémen para dobrar o coração do Grande Leão. E de pouco mais precisou a Princesa do Iémen depois de citar Salomão “Gozai a vida com as mulheres todos os dias da vossa vida”. E de pouco mais precisou a Princesa do Iémen para reduzir o Imortal à mais simples e comum condição de mortal apaixonado. E de pouco mais precisou a Princesa do Iémen…
- “Oh minha Rainha! Oh Rainha do meu coração! O meu coração espraia-se qual orvalho da Primavera sobre rosas sem espinhos nas amorosas paixões do Cântico dos esposos!”.
- “Oh Grande Rei dos Hebreus! Pode esta Sulamita crer? Oh Grande Rei dos Hebreus! Pode esta Sulamita vangloriar-se? Dignai-vos, Senhor meu, iluminar o meu obscuro juízo!”
Era o momento exacto para Salomão parar. Era o momento exacto para Salomão procurar outro tema para brilhar.
E Salomão falou. E Salomão falou das flores. E Salomão falou das árvores. E Salomão falou das aves. E Salomão falou do Sir-Hasirim. o Cântico dos Cânticos, esse cântico do eterno e terno amor.
Estava na hora. Estava na hora de Salomão dar a conhecer toda a sua imensa grandeza. Toda a sua imensa riqueza.
Estava na hora de Salomão convidar a Pérola da Arábia a conhecer o seu palácio, a visitar Jerusalém, a ver o Templo que estava a ser erguido na montanha de Sião em honra de Jeová.
Forma-se um imenso cortejo. Xilofones, músicos, cimbaleiros, flautistas e tantos outros! Todos precediam um enorme palanquim puxado por escravos Filisteus, onde seguiam os majestosos Reis em suas espojadas e dengosas poses.
Gostou, a Bela Rainha, de Jerusalém e do palácio do seu Real anfitrião, gabando àquela a largura das suas ruas e a este a sua elegância. E quis a Bela Rainha conhecer o arquitecto, o artista, que tão magnificente obra tinha concebido.
Continuou Salomão a dar mais e mais explicações dos seus projectos, não se cansando de realçar a grandeza dos mesmos, não se cansando de realçar os custos dos mesmos, desdenhando um pouco de Adoniram a quem chamou de personagem bizarra e meio selvagem.
Pediu-lhe então, a Rainha do Meio-Dia, que o dito Adoniram lhe fosse apresentado. Salomão mandou que Adoniram fosse trazido à sua presença.
Chegou Adoniram! Avançou para os Reis, cabelo em desalinho, braços nus, peito descoberto, com ar grave e audacioso. Com ele vinha Benoni, o seu fiel companheiro.
Quis, a Branca Filha da Manhã, saber das origens de Adoniram. Adoniram respondeu, falou, filosofou e a Branca Filha da Manhã ficou sem conhecer as origens de Adoniram.
Quis, a Branca Filha da Manhã, saber onde tinha Adoniram aprendido os segredos das suas artes. Adoniram respondeu, falou, filosofou e a Branca Filha da Manhã ficou sem saber onde Adoniram tinha aprendido os segredos das suas artes.
Quis, então, a Pérola da Arábia, felicitar todos os operários e, na sua presença, elogiar Adoniram. A tal pretensão opôs-se, timidamente, Salomão por achar inviável reunir milhares e milhares de operários que, em dia de festejos, se encontrariam espalhados por toda a cidade e vales e colinas circundantes!
Adoniram, sem pronunciar qualquer palavra, dirigiu-se ao peristilo exterior, ao seu lado Oriental, traçou no ar uma linha horizontal, para o meio da qual traçou uma perpendicular, obtendo assim dois ângulos rectos em esquadro como os produzidos por um fio de prumo suspenso numa régua. Era o T Sírio, era o Tha das terras do Ganges, era o Tau Grego, era o sinal de reunião!
E eis que vagas de operários, qual mar de gente, começam a convergir. Aquilo que, de início, parecia uma enorme confusão de pessoas depressa mostrou ser a mais organizada das marchas. Percebeu-se estarem a formar-se três grupos. No centro estavam os pedreiros e canteiros com os mestres nas primeiras linhas, os companheiros atrás dos primeiros e mais atrás os aprendizes. À direita, seguindo a mesma hierarquia estavam os carpinteiros, os marceneiros e os serradores. À esquerda, também na mesma ordem hierárquica, estavam todos os que trabalhavam os metais, fundidores, cinzeladores, ferreiros e mineiros.
Perante esta demonstração de poder, enquanto Salomão recuou assustado uns passos, a Pérola da Arábia saudou com um elegante e majestoso gesto as corporações, retirou do seu pescoço um colar de pérolas com um belo diamante encastoado num triângulo de ouro, dedicou-o a todos os operários e colocou-o ao pescoço de Adoniram. E tudo isto fez a bela Rainha sem pronunciar qualquer palavra.
De regresso ao Palácio ia o cortejo no mais profundo dos silêncios. Ambos os Reis iam embrenhados nos seus pensamentos.
Já Adoniram murmurava para consigo mesmo “Ai de mim! Porque é que os meus olhos tiveram de ver esta Pérola da Arábia!”
De regresso ao Palácio… eis que Salomão decide convidar a Bela Balkis a conhecer a sua residência rural em Mello no cimo de uma colina sobranceira ao vale de Josafá. Poderia assim privar um pouco com a sua esplendorosa hóspede sem que as suas conversas fossem escutadas. Sem que, as suas conversas, dessem origem a comentários por parte do seu povo.
Era uma casa simples construída ao gosto Sírio. Sabe-se que estiveram, um longo tempo, dentro da mesma. Não se sabe de que assuntos trataram enquanto lá dentro. Sabe-se que, quando saíram, a Branca Filha da Manhã, dizia “estais sozinho neste Reino. Eu representar-vos-ia, para a posteridade, com uma estátua dum Rei bem grande de um povo tão pequeno!” A Balkis era forte, corajosa, arrojada e impiedosa!
Continuaram a caminhada pelo exterior em silêncio, os dois, os dois sem os cortesãos, apreciando a beleza e o silêncio da noite que entretanto os tinha vindo brindar acompanhada de uma suave brisa que lhes fazia chegar aos cérebros todas as maravilhosas sensações dos perfumes exalados pelos lírios, pelas glicínias, pelas mandrágoras.
A Rainha movia-se suavemente, abanando-se um pouco como que possuída por uma inebriante languidez. O Rei seguia-a. O Rei sonhava. O Rei imaginava.
Por um momento ambos se sentiram apaixonados. Só com o olhar, sem qualquer palavra, entenderam o que lhes ia na alma e no corpo. A escuridão era propícia. A ausência de qualquer cortesão era o maior dos incentivos. Balkis, curiosa e comovida, estava na idade de amar!
Mas eis que surgem tochas, transportadas por escravos!
Eis que foi anunciado que a ceia estava servida!
Suas Majestades recuperaram a compostura própria das suas Reais Dignidades, e num profundo silêncio acompanhado por terríveis e insuportáveis ruídos nas suas mentes, dirigiram-se para casa!
Entretanto, mestre Hiram ao fim de sete dias de um muito árduo trabalho tinha logrado acabar os modelos e os moldes que iriam dar origem às enormes figuras que decorariam o Templo. Iniciou-se então o processo de fusão dos metais da qual resultaria o bronze com que iriam ser feitas as estátuas. Um imenso mar de gente acorreu. A curiosidade estava instalada em todos os habitantes de Jerusalém. Tratava-se da maior fundição que alguma vez tinha sido empreendida.
Adoniram, acompanhado pelos mestres dos operários, acompanhava, visivelmente nervoso, os últimos preparativos.
A importância deste passo da construção do Templo era tal que Solimão Ben Daud, acompanhado pela sua ilustre convidada e por toda a corte e precedidos por uma ruidosa fanfarra que anunciava a sua chegada, veio assistir ao evento. Adoniram, envergando um avental de lã branco, recebeu suas Majestades e conduziu-as aos improvisados tronos.
Benoni, o fiel e devotado companheiro de Hiram, tudo acompanhava percorrendo os grupos de operários, analisando o zelo individual, observando e julgando se as ordens eram bem cumpridas.
Eis quando senão, Benoni destroçado e assustado correu para Salomão arrojando-se a seus pés e em completo desespero lhe diz “ Senhor, mandai suspender a fundição, está tudo perdido, fomos traídos!”.
Salomão ordena-lhe que se explique.
E Benoni, o fiel companheiro de Adoniram, explica que quando estava a dar a volta à fornalha, por trás do muro, estava um homem escondido tendo-se-lhe juntado um segundo que trocou com o primeiro umas palavras em voz baixa e tendo-se chegado a estes dois um terceiro que também trocou umas palavras em voz baixa. Que, de seguida, ouviu nitidamente o que os três homens disseram:
O primeiro: Ele sujeitou os carpinteiros aos mineiros.
O segundo: Ele subordinou os pedreiros aos mineiros.
O terceiro: Ele quis reinar sobre os mineiros.
O primeiro: Ele dá força aos estrangeiros.
O segundo: Ele não tem pátria.
O terceiro: Está bem.
O primeiro: Os companheiros são irmãos.
O segundo: As corporações têm direitos iguais.
O terceiro: Está bem.
Prosseguiu Benoni explicando que percebeu que o primeiro homem era pedreiro porque disse que misturou calcário e tijolo para que a cal ficasse em pó, que o segundo homem era carpinteiro porque disse que prolongou as travessas das vigas para que as chamas as alcançassem, que o terceiro homem era ferreiro pois disse que tinha misturado na calda, lava de betume e de enxofre que tinha trazido do lago de Gomorra.
Rapidamente se percebeu que os três homens eram Fanor o pedreiro Sírio, Amru o carpinteiro Fenício e Metusael o mineiro Judeu.
Era tarde. Era demasiadamente tarde. Salomão compreendeu-o…
… Uma forte luz púrpura iluminou tudo em seu redor até às colinas…
Benoni, que tinha regressado para junto da fornalha, foi derrubado e engolido pelo imenso mar de bronze.
Adoniram, ao ver todo o seu trabalho a ruir com a torrente da fundição a extravasar, soltou um terrível e agudo grito de desespero que se ouviu no meio de todos os outros gritos de horror e dor. Toda a área ficou juncada de mortos e moribundos.
No meio disto tudo, Salomão e a Balkis mantinham a serenidade própria das suas majestades. Serenamente abandonaram o local da tragédia.
Hiram corria desesperado de um lado para o outro. Todos se afastavam dele. Muitos o invectivaram com desprezo, insultos e maldições.
Só o Sírio Fanor, o Fenício Amru e o Judeu Metusael se aproximaram e lhe deram palavras de incentivo, assegurando-lhe que as suas corporações tinham cabalmente cumprido as suas ordens e que teriam sido os operários estrangeiros que, pela sua ignorância, tinham comprometido o projecto…
Adoniram, desesperado, procurava Benoni. Adoniram, abatido, pensava que também Benoni o tinha abandonado. Adoniram, enganado, matutava que só Fanor, Amru e Metasuel não o tinham abandonado…
“Desonrado! Estou maldito”
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Meus amigos hoje, como ontem, temos de continuar a trabalhar para prosseguirmos na construção do Templo.
Meus amigos sejamos o Quarto Pilar, para que em união com os Pilares da Sabedoria, da Força e da Beleza possamos sustentar o Templo.
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sábado, 3 de janeiro de 2009
domingo, 21 de dezembro de 2008
Perú Recheado à moda da Avó Fica
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Ao organizar a lista de compras para o "Perú de Natal" ocorreu-me partilhar a receita da minha Avó Paterna.
Não fiz qualquer alteração para além de "as coisas" não serem passadas numa "máquina de passar carne" e sim numa " um dois três".
Acrescentei uma tabela para o tempo no forno de acordo com o peso do animalzinho.
Sugiro que metam mãos à obra e surpreendam os convidados.
Nota: costuma sobrar um pouco de recheio que congelo e passado algum tempo utilizo num frango.
Bom trabalho, bom apetite e bom proveito.
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PERÚ RECHEADO DE NATAL
BANHO DO PERÚ: 24 Horas
c/ cravinho espetado nas cebolas,
pimenta branca moída na altura,
2 limões às rodelas
2 laranjas às rodelas.
PREPARAÇÃO:
Prepara-se o banho pelas 14 horas do dia 23;
O bicho fica de molho até às (x) horas do dia 24 (ver tabela).
No dia 24 (hora do jantar – (tempo da tabela + 1h,30 +/-)):
Passar pela máquina (1,2,3) o presunto, toucinho, fiambre, carne de porco, miúdos do perú, pinhão, avelã e noz.
Picar 1 cebola e cozê-la em lume brando com 1 colher de sopa de manteiga – juntar às carnes;
Picar os picles, azeitonas, alho (sem a parte central), salsa – juntar às carnes;
Juntar às carnes o miolo da broa amolecido em leite;
Cozer 1 cenoura grande; passá-la pela (1,2,3) – juntar às carnes;
Juntar às carnes os ovos (claras e gemas);
Temperar com piri-piri moído na altura;
Misturar tudo muito uniformemente.
Rechear o papo do Perú.
Fechar o Perú: cozer a pele com linha, devagar e a cerca de 1 centímetro da borda; aproximar um pouco as patas do Perú e atá-las com linha.
Untar o tabuleiro com manteiga.
Pôr o Perú no tabuleiro e untá-lo com manteiga, regá-lo com manteiga derretida e vinho branco. Espalhar salsa por cima do animalzinho.
DESCANSAR E RECALCULAR A HORA INÍCIO PARA A COZEDURA.
Iniciar a cozedura.
De meia em meia hora chegar-lhe um pouco de vinho branco.
No fim, retirar as linhas antes de ir para a mesa.
Acompanha com: formas de arroz branco, batatas assadas ou fritas, cenouras estufadas e agriões.
-------------------------------------------------------------------------------------------------
INGREDIENTES (P/ PERÚ DE 5-7 KG):
Manteiga (150 gr.)
Toucinho (50 gr.)
Carne de Porco (400 gr.)
Fiambre (100 gr.)
Presunto (150 gr.)
Miolo de Broa (200 gr.)
Leite (1,5 dl)
Picles Variados (6)
Azeitonas sem caroço (6)
Cebolas (2)
Ovos (2)
Pinhão (150 gr.)
Avelã (100 gr.)
Noz (100 gr.)
Cenouras (3)
Dente de Alho (1)
Salsa (1/2 molhe)
Sal (muito pouco)
Pimenta branca (a gosto)
Vinho Branco (bastante)
Piri-piri (a gosto)
-------------------------------------------------------------------------------------------------
TABELA:
kg.............Forno(º)......Tempo(H)
3-4..........T6-200........2,45-3,00
4-5..........T5-190........3,00-3,15
5-7...........T4-175........3,30-4,00
7-9...........T3-150........4,15-4,45
9-10.........T3-150.......4,45-5,15
10-12.......T3-150.......5,15-6,00
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Ao organizar a lista de compras para o "Perú de Natal" ocorreu-me partilhar a receita da minha Avó Paterna.
Não fiz qualquer alteração para além de "as coisas" não serem passadas numa "máquina de passar carne" e sim numa " um dois três".
Acrescentei uma tabela para o tempo no forno de acordo com o peso do animalzinho.
Sugiro que metam mãos à obra e surpreendam os convidados.
Nota: costuma sobrar um pouco de recheio que congelo e passado algum tempo utilizo num frango.
Bom trabalho, bom apetite e bom proveito.
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PERÚ RECHEADO DE NATAL
BANHO DO PERÚ: 24 Horas
c/ cravinho espetado nas cebolas,
pimenta branca moída na altura,
2 limões às rodelas
2 laranjas às rodelas.
PREPARAÇÃO:
Prepara-se o banho pelas 14 horas do dia 23;
O bicho fica de molho até às (x) horas do dia 24 (ver tabela).
No dia 24 (hora do jantar – (tempo da tabela + 1h,30 +/-)):
Passar pela máquina (1,2,3) o presunto, toucinho, fiambre, carne de porco, miúdos do perú, pinhão, avelã e noz.
Picar 1 cebola e cozê-la em lume brando com 1 colher de sopa de manteiga – juntar às carnes;
Picar os picles, azeitonas, alho (sem a parte central), salsa – juntar às carnes;
Juntar às carnes o miolo da broa amolecido em leite;
Cozer 1 cenoura grande; passá-la pela (1,2,3) – juntar às carnes;
Juntar às carnes os ovos (claras e gemas);
Temperar com piri-piri moído na altura;
Misturar tudo muito uniformemente.
Rechear o papo do Perú.
Fechar o Perú: cozer a pele com linha, devagar e a cerca de 1 centímetro da borda; aproximar um pouco as patas do Perú e atá-las com linha.
Untar o tabuleiro com manteiga.
Pôr o Perú no tabuleiro e untá-lo com manteiga, regá-lo com manteiga derretida e vinho branco. Espalhar salsa por cima do animalzinho.
DESCANSAR E RECALCULAR A HORA INÍCIO PARA A COZEDURA.
Iniciar a cozedura.
De meia em meia hora chegar-lhe um pouco de vinho branco.
No fim, retirar as linhas antes de ir para a mesa.
Acompanha com: formas de arroz branco, batatas assadas ou fritas, cenouras estufadas e agriões.
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INGREDIENTES (P/ PERÚ DE 5-7 KG):
Manteiga (150 gr.)
Toucinho (50 gr.)
Carne de Porco (400 gr.)
Fiambre (100 gr.)
Presunto (150 gr.)
Miolo de Broa (200 gr.)
Leite (1,5 dl)
Picles Variados (6)
Azeitonas sem caroço (6)
Cebolas (2)
Ovos (2)
Pinhão (150 gr.)
Avelã (100 gr.)
Noz (100 gr.)
Cenouras (3)
Dente de Alho (1)
Salsa (1/2 molhe)
Sal (muito pouco)
Pimenta branca (a gosto)
Vinho Branco (bastante)
Piri-piri (a gosto)
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TABELA:
kg.............Forno(º)......Tempo(H)
3-4..........T6-200........2,45-3,00
4-5..........T5-190........3,00-3,15
5-7...........T4-175........3,30-4,00
7-9...........T3-150........4,15-4,45
9-10.........T3-150.......4,45-5,15
10-12.......T3-150.......5,15-6,00
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
ALELUIA! Prenda de Natal na Fisiogaspar!
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A Terapeuta.
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Obviamente que, para mal dos meus pecados, há um longo tempo já tinha constatado que na Fisiogaspar não havia Terapeutas. Na Fisiogaspar só havia Terapeutas!
"Terapeuta" é uma palavra uniforme quanto ao género. Vai daí, o que eu pretendo desabafar é que, até à data de hoje, na Fisiogaspar só havia Terapeutas do meu sexo. Não havia meninas Terapeutas.
A Fisiogaspar para além de, ao comemorar o seu décimo aniversário, ter evoluído para umas novas instalações “topo de gama”, levou a sua evolução um pouco mais longe e contratou uma Terapeuta!
Será que o António Gaspar “recebeu a Luz”?
Interessante “Iniciação”!
Admito que tal não tenha sido feito para deleite dos meus ditosos olhinhos. Mas que este indígena se sente beneficiado, ainda que indirectamente, com tal contratação é uma verdade “à Monsieur de La Palice”.
Não que em certos dias os meus olhos não andassem numa autêntica roda viva! Era a moreninha do “belíssimo pername” que foi operada umas duas semanas antes deste artista. Era a jovem de cabelo castanho e de suave sorriso. Era a, não menos jovem e bela, que um dia entabulou conversa no Hospital de Sant’Ana. Eram as bailarinas Espanholas. Enfim, a Fisiogaspar estava bem provida de doentes em reabilitação.
Atenção que "Doente" é outra palavra uniforme quanto ao género…
Eis que a caminho de casa dei comigo a ponderar afincada e interessadamente no grau de evolução e de recuperação das mazelas que afectaram “umeurricujuelhinhu”.
Nestas coisas o factor psicológico é um fortíssimo coadjuvante para se atingir o sucesso.
Cá com os meus botões… quer-me parecer que se passar a ser tratado pela Terapeuta… uma parte que só a mim cabe, a psicológica, será incrementada... a coisa resolver-se-á mais rapidamente…!!!
Bem, nesse caso, mais rapidamente também não seria de todo conveniente…
Que confusão que esta contratação gerou na minha cabecinha!
Mas, não será que a Terapeuta massajará o meu joelho com mais arte e engenho? E com mais suavidade? E, já agora, com algum carinho? E … com miminho? E… seria bom?
E quanto à sua concentração nos relatos que vou fazendo, com bastante assiduidade, sobre o que vou sentindo na zona lesionada e na subsequente troca de impressões? E quanto à sua capacidade de manter alguns outros interessantes diálogos? Quer-me parecer que, nestes particulares, dificilmente substituiria capazmente o Terapeuta Luís.
Lá se me vai a teoria da componente psicológica por água abaixo!
E… “ós pois” também era inglório e injusto para com o Terapeuta Luís que, após tanto trabalho da sua parte, agora que se começa a ver “uma luzinha muito pequenininha ao fundo do túnel” viesse a Terapeuta a colher os louros da minha recuperação!
“Tá decidido”. Nego-lhe esse fruto. Mas só esse! Quanto ao resto, a Terapeuta, que não se iniba. Que não se acanhe!
Mas… entretanto… para que eu não fique “augadinho de todo” sugiro que, em futuras ausências para formação, o Terapeuta Luís se faça substituir pela Terapeuta em detrimento dos Terapeutas Francisco, Nuno, Duarte ou outro!
Não me parece mal pensado de todo. Pode ser que “pinte alguma química”! Nunca se sabe! E este “pescador confesso", pretende continuar a ser um pouco pecador até que o G:. A:. D:. U:. o chame à sua presença!
.
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Obviamente que, para mal dos meus pecados, há um longo tempo já tinha constatado que na Fisiogaspar não havia Terapeutas. Na Fisiogaspar só havia Terapeutas!
"Terapeuta" é uma palavra uniforme quanto ao género. Vai daí, o que eu pretendo desabafar é que, até à data de hoje, na Fisiogaspar só havia Terapeutas do meu sexo. Não havia meninas Terapeutas.
A Fisiogaspar para além de, ao comemorar o seu décimo aniversário, ter evoluído para umas novas instalações “topo de gama”, levou a sua evolução um pouco mais longe e contratou uma Terapeuta!
Será que o António Gaspar “recebeu a Luz”?
Interessante “Iniciação”!
Admito que tal não tenha sido feito para deleite dos meus ditosos olhinhos. Mas que este indígena se sente beneficiado, ainda que indirectamente, com tal contratação é uma verdade “à Monsieur de La Palice”.
Não que em certos dias os meus olhos não andassem numa autêntica roda viva! Era a moreninha do “belíssimo pername” que foi operada umas duas semanas antes deste artista. Era a jovem de cabelo castanho e de suave sorriso. Era a, não menos jovem e bela, que um dia entabulou conversa no Hospital de Sant’Ana. Eram as bailarinas Espanholas. Enfim, a Fisiogaspar estava bem provida de doentes em reabilitação.
Atenção que "Doente" é outra palavra uniforme quanto ao género…
Eis que a caminho de casa dei comigo a ponderar afincada e interessadamente no grau de evolução e de recuperação das mazelas que afectaram “umeurricujuelhinhu”.
Nestas coisas o factor psicológico é um fortíssimo coadjuvante para se atingir o sucesso.
Cá com os meus botões… quer-me parecer que se passar a ser tratado pela Terapeuta… uma parte que só a mim cabe, a psicológica, será incrementada... a coisa resolver-se-á mais rapidamente…!!!
Bem, nesse caso, mais rapidamente também não seria de todo conveniente…
Que confusão que esta contratação gerou na minha cabecinha!
Mas, não será que a Terapeuta massajará o meu joelho com mais arte e engenho? E com mais suavidade? E, já agora, com algum carinho? E … com miminho? E… seria bom?
E quanto à sua concentração nos relatos que vou fazendo, com bastante assiduidade, sobre o que vou sentindo na zona lesionada e na subsequente troca de impressões? E quanto à sua capacidade de manter alguns outros interessantes diálogos? Quer-me parecer que, nestes particulares, dificilmente substituiria capazmente o Terapeuta Luís.
Lá se me vai a teoria da componente psicológica por água abaixo!
E… “ós pois” também era inglório e injusto para com o Terapeuta Luís que, após tanto trabalho da sua parte, agora que se começa a ver “uma luzinha muito pequenininha ao fundo do túnel” viesse a Terapeuta a colher os louros da minha recuperação!
“Tá decidido”. Nego-lhe esse fruto. Mas só esse! Quanto ao resto, a Terapeuta, que não se iniba. Que não se acanhe!
Mas… entretanto… para que eu não fique “augadinho de todo” sugiro que, em futuras ausências para formação, o Terapeuta Luís se faça substituir pela Terapeuta em detrimento dos Terapeutas Francisco, Nuno, Duarte ou outro!
Não me parece mal pensado de todo. Pode ser que “pinte alguma química”! Nunca se sabe! E este “pescador confesso", pretende continuar a ser um pouco pecador até que o G:. A:. D:. U:. o chame à sua presença!
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sábado, 6 de dezembro de 2008
Está suprida uma enorme carência!!!
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Nesta data, Sónia Pessoa que nasceu em 69 no Porto, que se licenciou na Escola Superior de Jornalismo onde tirou o Curso Superior de Comunicação Social, apresenta um livro na FNAC de Alfragide.
É natural que o faça dado que parece ter uma enorme paixão pela escrita. Foi redactora do Jornal Público da sua terra natal.
Não consta do currículum da Trintona, que tenha cursado qualquer área relacionada com a Psicologia, em especial Psicologia Infantil.
Tal carência, não impediu a sapiente criatura de se debruçar escrevendo e de nos brindar com um “book” de sua graça Ser diferente é bom!
O título pouco nos diz “per si”, porém é certo que se adequa, o que nem sempre acontece, ao conteúdo do mimo que é o livro ora apresentado.
É de saudar quem apareça a escrever e a publicar livros infantis.
Mas, salvo melhor opinião, nem toda a “bicha careta” estará apta a fazê-lo nem terá estofo para tal.
Fico um pouco preocupado quando se sabe, por palavras da nóvel autora, que:
“este livro é o primeiro de uma colecção que aborda a diferença como uma mais valia num mundo, onde a diversidade nos rodeia”
e
"... para mim escrever sobre a Maria que tem dois Papás... faz todo o sentido".
Bonitas e sábias palavras quando desinseridas do contexto que hoje comento.
Se tal anafadinha criatura pusesse o seu dom da palavra escrita ao serviço dos adultos, talvez saíssemos beneficiados com isso.
Agora, escrever um livro infantil sobre homossexualidade!
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Nesta data, Sónia Pessoa que nasceu em 69 no Porto, que se licenciou na Escola Superior de Jornalismo onde tirou o Curso Superior de Comunicação Social, apresenta um livro na FNAC de Alfragide.
É natural que o faça dado que parece ter uma enorme paixão pela escrita. Foi redactora do Jornal Público da sua terra natal.
Não consta do currículum da Trintona, que tenha cursado qualquer área relacionada com a Psicologia, em especial Psicologia Infantil.
Tal carência, não impediu a sapiente criatura de se debruçar escrevendo e de nos brindar com um “book” de sua graça Ser diferente é bom!
O título pouco nos diz “per si”, porém é certo que se adequa, o que nem sempre acontece, ao conteúdo do mimo que é o livro ora apresentado.
É de saudar quem apareça a escrever e a publicar livros infantis.
Mas, salvo melhor opinião, nem toda a “bicha careta” estará apta a fazê-lo nem terá estofo para tal.
Fico um pouco preocupado quando se sabe, por palavras da nóvel autora, que:
“este livro é o primeiro de uma colecção que aborda a diferença como uma mais valia num mundo, onde a diversidade nos rodeia”
e
"... para mim escrever sobre a Maria que tem dois Papás... faz todo o sentido".
Bonitas e sábias palavras quando desinseridas do contexto que hoje comento.
Se tal anafadinha criatura pusesse o seu dom da palavra escrita ao serviço dos adultos, talvez saíssemos beneficiados com isso.
Agora, escrever um livro infantil sobre homossexualidade!
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sexta-feira, 28 de novembro de 2008
O Melhor Jantar do Mundo


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Eu fui. Eu gostei. Eu aplaudi. Eu já estou com saudades!
Valeu a pena! Valeu mesmo muito a pena!
Não sei se o pomposo título de “O Melhor Jantar do Mundo” corresponde a uma qualquer realidade, a tal escala.
Para mim foi a melhor refeição desde que me conheço como um ser apreciador de bons manjares.
Foi carote ou mais do que isso até. Convidei o Dom Filho e a Dona Nora que, naturalmente, se fizeram acompanhar pelo Chefe Neto Afonso ainda no invólucro; dizem que verá a luz do dia em fins de Fevereiro. Aguardemos.
Os companheiros gostaram “da janta”. Eu gostei da dita e da companhia.
Andava eu, já havia uns bons 4 ou 5 anos, a tentar conseguir uma reserva no “El Bulli”. Outubro de cada ano era o mês da tentativa para conseguir uma mesa para o ano seguinte. Outubro de cada ano era, invariavelmente, o mês da desilusão.
23h,14m de 20 de Novembro de 2008 apita o telelé e eis que recebo uma das melhores mensagens que a Dona Filha, que se encontra em Milão, alguma vez me enviou. A equipa de cozinheiros de Ferran Adriá do “El Bulli” iria estar na 2ª feira dia 24 a preparar um jantar no Ritz – Four Seasons.
Como a Dona Filha tem outros assuntos com que me enganar…, tomei a informação por boa e tratei de me pôr de imediato em acção. Contactei o Ritz que me confirmou a existência de tal evento para o limite de 400 pessoas.
No dia seguinte ainda consegui efectuar as três inscrições e a transferência bancária. Quando obtive a confirmação… não devo escrever que me vieram as lágrimas aos olhos, porque parece mal…
Eu fui. Eu gostei. Eu aplaudi. Eu já estou com saudades!
Valeu a pena! Valeu mesmo muito a pena!
Não sei se o pomposo título de “O Melhor Jantar do Mundo” corresponde a uma qualquer realidade, a tal escala.
Para mim foi a melhor refeição desde que me conheço como um ser apreciador de bons manjares.
Foi carote ou mais do que isso até. Convidei o Dom Filho e a Dona Nora que, naturalmente, se fizeram acompanhar pelo Chefe Neto Afonso ainda no invólucro; dizem que verá a luz do dia em fins de Fevereiro. Aguardemos.
Os companheiros gostaram “da janta”. Eu gostei da dita e da companhia.
Andava eu, já havia uns bons 4 ou 5 anos, a tentar conseguir uma reserva no “El Bulli”. Outubro de cada ano era o mês da tentativa para conseguir uma mesa para o ano seguinte. Outubro de cada ano era, invariavelmente, o mês da desilusão.
23h,14m de 20 de Novembro de 2008 apita o telelé e eis que recebo uma das melhores mensagens que a Dona Filha, que se encontra em Milão, alguma vez me enviou. A equipa de cozinheiros de Ferran Adriá do “El Bulli” iria estar na 2ª feira dia 24 a preparar um jantar no Ritz – Four Seasons.
Como a Dona Filha tem outros assuntos com que me enganar…, tomei a informação por boa e tratei de me pôr de imediato em acção. Contactei o Ritz que me confirmou a existência de tal evento para o limite de 400 pessoas.
No dia seguinte ainda consegui efectuar as três inscrições e a transferência bancária. Quando obtive a confirmação… não devo escrever que me vieram as lágrimas aos olhos, porque parece mal…
Soube entretanto que o evento tinha por objectivo apoiar a "Terra dos Sonhos". Muito bem. Ia juntar ao agradável o útil.
Na segunda-feira, 27 minutos antes da hora aprazada para o jantar, demos entrada no Ritz. Ainda era cedo. Fui fazendo conversa fiada com os convidados para atenuar o nervosismo. Ao fim de várias tentativas frustradas para jantar no “El Bulli” ia finalmente degustar algo para mim completamente desconhecido, era mesmo caso para estar nervoso.
Não tenho um Dom da Oratória e da Escrita suficientemente capaz de transmitir as muitas e variadas sensações gustativas e de felicidade que experimentei durante o repasto! É pena!
Na segunda-feira, 27 minutos antes da hora aprazada para o jantar, demos entrada no Ritz. Ainda era cedo. Fui fazendo conversa fiada com os convidados para atenuar o nervosismo. Ao fim de várias tentativas frustradas para jantar no “El Bulli” ia finalmente degustar algo para mim completamente desconhecido, era mesmo caso para estar nervoso.
Não tenho um Dom da Oratória e da Escrita suficientemente capaz de transmitir as muitas e variadas sensações gustativas e de felicidade que experimentei durante o repasto! É pena!
Também não tenho conhecimentos culinários suficientes para descrever a forma como a comida teria sido cozinhada. É pena!
Pode ser que esses Dons e os conhecimentos culinários apareçam e se desenvolvam e nesse caso numa próxima oportunidade tentarei explicar o que comi. Haverá uma outra oportunidade? Eu quero que haja. Seria normal pensar que ao satisfazer este desejo tenha ficado satisfeito. Não, nada de mais errado! Quero MAIS, MAIS e MAIS!
Ó raio de gula que tanto atormentas aqui o indígena!
No fim os cozinheiros desfilaram na sala sob um fortíssimo aplauso dos presentes. Aplaudi sentado. Não me atrevi a aplaudir de pé, não fosse o Dom Filho opinar qualquer coisa do género “ Ó Pai toda a gente aplaudiu sentada e tu tinhas de te pôr de pé!!!”.
… se houver uma próxima oportunidade… vou sozinho… para aplaudir de pé…
Muito obrigado à equipe de cozinheiros do “El Bulli”.
Muito obrigado ao Dom Filho e à Dona Nora pelo transporte e pela companhia.
Muito OBRIGADO à Dona Filha pela sublime informação.
Pode ser que esses Dons e os conhecimentos culinários apareçam e se desenvolvam e nesse caso numa próxima oportunidade tentarei explicar o que comi. Haverá uma outra oportunidade? Eu quero que haja. Seria normal pensar que ao satisfazer este desejo tenha ficado satisfeito. Não, nada de mais errado! Quero MAIS, MAIS e MAIS!
Ó raio de gula que tanto atormentas aqui o indígena!
No fim os cozinheiros desfilaram na sala sob um fortíssimo aplauso dos presentes. Aplaudi sentado. Não me atrevi a aplaudir de pé, não fosse o Dom Filho opinar qualquer coisa do género “ Ó Pai toda a gente aplaudiu sentada e tu tinhas de te pôr de pé!!!”.
… se houver uma próxima oportunidade… vou sozinho… para aplaudir de pé…
Muito obrigado à equipe de cozinheiros do “El Bulli”.
Muito obrigado ao Dom Filho e à Dona Nora pelo transporte e pela companhia.
Muito OBRIGADO à Dona Filha pela sublime informação.
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http://www.terradossonhos.org/
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
Futebol com claques Tourada com aficcion
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Meses de investigação paga por todos nós.
Acusação do Ministério Público paga por todos nós.
Tempo do Juíz pago por todos nós.
Tempo dos Funcionários Judiciais pago por todos nós.
Tempo dos Polícias pago por todos nós.
Possivelmente Advogados Oficiosos pagos por todos nós.
Pulseiras electrónicas pagas por todos nós.
Eteceteras pagos por todos nós.
É o verdadeiro regabofe!
Claques oficiais, oficiosas, não reconhecidas, etc.
Quem conseguirá pôr cobro às desmandas dos membros das claques?
Quantos agentes da autoridade são necessários nos chamados jogos de alto risco?
Vão buscar as claques aos comboios, às camionetes, ao raio que os parta, conduzem essa tropa agressiva aos estádios, vigiam-nos, devolvem essa malta aos meios de transporte.
Missão cumprida!
E nas estradas?
E nas auto-estradas?
E nas áreas de serviço?
Quantos agentes da autoridade ... - de 300 a 400!!!
Numa tourada, espectáculo artístico tão criticado por uns quantos, são precisos 10 a 12 agentes e apenas porque a Lei assim o determina.
Meses de investigação paga por todos nós.
Acusação do Ministério Público paga por todos nós.
Tempo do Juíz pago por todos nós.
Tempo dos Funcionários Judiciais pago por todos nós.
Tempo dos Polícias pago por todos nós.
Possivelmente Advogados Oficiosos pagos por todos nós.
Pulseiras electrónicas pagas por todos nós.
Eteceteras pagos por todos nós.
É o verdadeiro regabofe!
Claques oficiais, oficiosas, não reconhecidas, etc.
Quem conseguirá pôr cobro às desmandas dos membros das claques?
Quantos agentes da autoridade são necessários nos chamados jogos de alto risco?
Vão buscar as claques aos comboios, às camionetes, ao raio que os parta, conduzem essa tropa agressiva aos estádios, vigiam-nos, devolvem essa malta aos meios de transporte.
Missão cumprida!
E nas estradas?
E nas auto-estradas?
E nas áreas de serviço?
Quantos agentes da autoridade ... - de 300 a 400!!!
Numa tourada, espectáculo artístico tão criticado por uns quantos, são precisos 10 a 12 agentes e apenas porque a Lei assim o determina.
Deem-nos sossego!
Não gastem mal o dinheiro dos nossos impostos!
Metam essa gente na ordem!
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sexta-feira, 14 de novembro de 2008
A Malta dos 3 Caxinhos PIROU
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Pirou cumó caraças!
Êtã na é cagora sempe que lá bou ber coisas arranca tomáticamente o pugama do Aleixo!
Já case cu sei decó!
Bai de ficá u paleio em fundo a stragarme u queu queru oubir carágo!
Ó PP e & componde lá isso caráças!
Se nã sabeides cumu fazélu procuraide infumação num bazar bizarru onde encontrareides banalidades, traques a triques e triques a traques.
Estaides isclarexidus?
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Pirou cumó caraças!
Êtã na é cagora sempe que lá bou ber coisas arranca tomáticamente o pugama do Aleixo!
Já case cu sei decó!
Bai de ficá u paleio em fundo a stragarme u queu queru oubir carágo!
Ó PP e & componde lá isso caráças!
Se nã sabeides cumu fazélu procuraide infumação num bazar bizarru onde encontrareides banalidades, traques a triques e triques a traques.
Estaides isclarexidus?
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sábado, 8 de novembro de 2008
Fui-me a ELAS
.Hoje fui fazer uma aventura!
A Dona Nora e o Dom Filho estão Grávidos. Aqui o Dom Avô parece também o estar!
"Deram-me uns apetites" de castanhas assadas.
Para tal não há nada melhor do que ir ao Eduardo da Praça de Londres. Fui.
Desta feita não tive a companhia da Dona Filha que anda "lá pelas Itálias" a fazer Erasmus e não sei bem mais o quê!
Olha... não comeu...
Por aquelas bandas não creio que haja tão boa castanha assada como no Eduardo. Azari, azaró - foi a minha vez de dizer...
Por aquelas bandas fazem bom Marron Glacé, bom gelado de castanha, mas assar castanhas como o faz o Eduardo... não acredito...
Aquele pormenor de até uma certa altura seleccionar castanha da Beira Alta e mais tarde de Trás-os-Montes...
Aquele pormenor de serem bem calibradas...
Aquela calma pachorrenta na confecção das ditas...
O seu ar Bonacheirão...
O santo sacrifício da espera...
E depois, o regresso a casa, o descascar, o comer, o saborear...
É todo um ritual que só em Lisboa é possível!
E o facto de a Dona Filha não se encontrar presente não é razão suficiente para obstar à compra de 2 dúzias. Já "marcharam"!
Resultados?
Bem de um dou já conta - o meu rico joelhinho não me está a doer. À atenção do terapeuta Luís: há que introduzir, no protocolo da recuperação pós-operatória aos joelhos, a degustação e enfardação de castanhas assadas do Eduardo.
No meio disto tudo, há algo que não me agrada; há algo que deixa saudades; há algo que não está bem; há algo que definitivamente está mal.
Com a história das Normas da CEE, as mãos já não ficam com aquele aspecto característico com que ficavam no tempo do cartucho feito de folhas de jornal ou das listas telefónicas.
Essa gente não se podia dedicar à caça de gambozinos!?
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008
O meu Pai era Genial!
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Estava eu sossegadinho no sofá a "fazer gelo" no meu rico joelhinho e a ler a SCIENCE & VIE, quando me deparei com um interessantíssimo artigo. Mais propriamente um mini-artigo.
Há um projecto, da Universidade de Tecnologia de Compiègne, para a Transformação Integrada da Matéria Renovável. Estudam de momento a possibilidade de transformação da água em pó.
Informam-nos que o pó aparentemente seco mas que na realidade conterá uma percentagem de líquido que chegará aos 98%, será de fácil utilização, atractivo para os consumidores, terá vantagens nas indústrias. Terá estabilidade à temperatura ambiente, será de fácil transporte e de fabricação limpa.
Dizem-nos ainda que tal produto terá aplicações nas áreas da farmacêutica, agro-alimentar, nutricionismo entre outras.
Dão-nos ainda exemplos,
Paredes anti-incêndio à base de pó de água - em contacto com uma chama a água libertava-se;
Caixas em pó de água, estáveis à temperatura ambiente - serviriam para transportar vacinas ou outros produtos frágeis;
Na agricultura, podia-se semear os grãos ao mesmo tempo que o pó de água - evitava-se o desperdício das sementes.
Eu escrevi, Informam-nos, Dizem-nos, Dão-nos. Desta vez não é o Portuguesíssimo hábito de dizer "eles", "há quem", etc.
Desta feita há nomes de Cientistas. J-L. Lanoisellé, K. Saleh e I. Pezron.
Desejo-lhes muita sorte e muito êxito nesta empreitada. Votos de que consigam criar um 4º estado para a água para além dos nossos já conhecidos sólido, líquido e gasoso.
Fiquem, no entanto, esses Srs. cientes de que não estarão a inventar algo de muito especial.
Já o meu falecido Pai, que se fosse vivo teria uns 85 anos de idade, na sua época sexualmente desabrochante tratava as namoradas por um muito carinhoso "Minha Electricidadezinha em Pó".
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Estava eu sossegadinho no sofá a "fazer gelo" no meu rico joelhinho e a ler a SCIENCE & VIE, quando me deparei com um interessantíssimo artigo. Mais propriamente um mini-artigo.
Há um projecto, da Universidade de Tecnologia de Compiègne, para a Transformação Integrada da Matéria Renovável. Estudam de momento a possibilidade de transformação da água em pó.
Informam-nos que o pó aparentemente seco mas que na realidade conterá uma percentagem de líquido que chegará aos 98%, será de fácil utilização, atractivo para os consumidores, terá vantagens nas indústrias. Terá estabilidade à temperatura ambiente, será de fácil transporte e de fabricação limpa.
Dizem-nos ainda que tal produto terá aplicações nas áreas da farmacêutica, agro-alimentar, nutricionismo entre outras.
Dão-nos ainda exemplos,
Paredes anti-incêndio à base de pó de água - em contacto com uma chama a água libertava-se;
Caixas em pó de água, estáveis à temperatura ambiente - serviriam para transportar vacinas ou outros produtos frágeis;
Na agricultura, podia-se semear os grãos ao mesmo tempo que o pó de água - evitava-se o desperdício das sementes.
Eu escrevi, Informam-nos, Dizem-nos, Dão-nos. Desta vez não é o Portuguesíssimo hábito de dizer "eles", "há quem", etc.
Desta feita há nomes de Cientistas. J-L. Lanoisellé, K. Saleh e I. Pezron.
Desejo-lhes muita sorte e muito êxito nesta empreitada. Votos de que consigam criar um 4º estado para a água para além dos nossos já conhecidos sólido, líquido e gasoso.
Fiquem, no entanto, esses Srs. cientes de que não estarão a inventar algo de muito especial.
Já o meu falecido Pai, que se fosse vivo teria uns 85 anos de idade, na sua época sexualmente desabrochante tratava as namoradas por um muito carinhoso "Minha Electricidadezinha em Pó".
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terça-feira, 28 de outubro de 2008
CONSTATAÇÃO, digo, CONSTATACÃO
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O cão é, realmente, o melhor amigo do homem!
Se não acreditam, façam a seguinte experiência:
Fechem os vossos cães e as vossas mulheres nos porta-bagagens dos vossos carros durante uma hora...
Depois abram a mala...
Quem está realmente feliz por vos ver ?
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O cão é, realmente, o melhor amigo do homem!
Se não acreditam, façam a seguinte experiência:
Fechem os vossos cães e as vossas mulheres nos porta-bagagens dos vossos carros durante uma hora...
Depois abram a mala...
Quem está realmente feliz por vos ver ?
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quinta-feira, 23 de outubro de 2008
IVº e Último Salão Erótico de Lisboa
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IVº porque se segue ao IIIº que, por sua vez, sucedeu ao IIº que tinha sido antecedido pelo Iº. Fico descansado – os organizadores sabem contar!
Último porque, segundo Juli Simon Director deste Assinalável Evento, em 2009 o Salão dará lugar a um Festival de Cinema!
Fico um bocadinho desconfiado que não será a filmes do tipo da “Branca de Neve e os Sete Anões” que se irá assistir. A não ser que seja com os sete anões das anedotas!
Seja como for temos a oportunidade de, entre 31 do corrente e 2 de Novembro pf., assistir a este Histórico Evento – à atenção do Prof. José Hermano Saraiva.
Tomo a liberdade de propor, a quem de direito, que o local onde se realiza o Salão seja devida e decentemente preservado para que os arqueólogos do futuro façam as sua pesquisas e os seus estudos sobre o tipo e a variedade de práticas sexuais que existiam no séc. XXI.
Aos mais empreendedores sugiro, desde já, a feitura e a comercialização de crachás, bonés, gravatas e outros adereços com frases do género
Eu estive lá! SIEL 2008
Eu marquei presença! SIEL 2008
Desde já informo que desconfio muitíssimo de quem não for.
Numa altura de crise generalizada, acho de bom-tom atentar nas sábias palavras de António Batista, porta-voz das empresas representadas, que nos diz que “está tudo em crise, mas o sexo não”.
Quanto a mim garanto aos daquém e aos dalém que o meu sexo não está em crise!
Não vou porque estou num pós-operatório!
E também declaro inequívocamente que não estive nos anteriores porque estava à espera do último!
Portanto, quanto à minha excelsa pessoa, que não haja confusões ou mal-entendidos.
Esclarecidos!?
E vós, ó potenciais ausentes, o que alegais em defesa da vossa honra e da vossa verticalidade?
Não me venham com a tanga do preço do ingresso. São só 20€ - e os mais carenciados, estudantes e reformados, têm desconto!
Também não venham com a história de que “falta dinheiro para tudo, mas para isto há”. A coisa faz-se quase pelo preço da chuva - São só 600.000€!
Também não é aceitável referirem que “não me sinto bem no meio de tanta gente” - Só são esperados 40.000 visitantes!
Se não querem ir, muito bem. Mas assumam o vosso desinteresse, a vossa inépcia, a vossa incapacidade!
E mais não escrevo.
PRONTOS!
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IVº porque se segue ao IIIº que, por sua vez, sucedeu ao IIº que tinha sido antecedido pelo Iº. Fico descansado – os organizadores sabem contar!
Último porque, segundo Juli Simon Director deste Assinalável Evento, em 2009 o Salão dará lugar a um Festival de Cinema!
Fico um bocadinho desconfiado que não será a filmes do tipo da “Branca de Neve e os Sete Anões” que se irá assistir. A não ser que seja com os sete anões das anedotas!
Seja como for temos a oportunidade de, entre 31 do corrente e 2 de Novembro pf., assistir a este Histórico Evento – à atenção do Prof. José Hermano Saraiva.
Tomo a liberdade de propor, a quem de direito, que o local onde se realiza o Salão seja devida e decentemente preservado para que os arqueólogos do futuro façam as sua pesquisas e os seus estudos sobre o tipo e a variedade de práticas sexuais que existiam no séc. XXI.
Aos mais empreendedores sugiro, desde já, a feitura e a comercialização de crachás, bonés, gravatas e outros adereços com frases do género
Eu estive lá! SIEL 2008
Eu marquei presença! SIEL 2008
Desde já informo que desconfio muitíssimo de quem não for.
Numa altura de crise generalizada, acho de bom-tom atentar nas sábias palavras de António Batista, porta-voz das empresas representadas, que nos diz que “está tudo em crise, mas o sexo não”.
Quanto a mim garanto aos daquém e aos dalém que o meu sexo não está em crise!
Não vou porque estou num pós-operatório!
E também declaro inequívocamente que não estive nos anteriores porque estava à espera do último!
Portanto, quanto à minha excelsa pessoa, que não haja confusões ou mal-entendidos.
Esclarecidos!?
E vós, ó potenciais ausentes, o que alegais em defesa da vossa honra e da vossa verticalidade?
Não me venham com a tanga do preço do ingresso. São só 20€ - e os mais carenciados, estudantes e reformados, têm desconto!
Também não venham com a história de que “falta dinheiro para tudo, mas para isto há”. A coisa faz-se quase pelo preço da chuva - São só 600.000€!
Também não é aceitável referirem que “não me sinto bem no meio de tanta gente” - Só são esperados 40.000 visitantes!
Se não querem ir, muito bem. Mas assumam o vosso desinteresse, a vossa inépcia, a vossa incapacidade!
E mais não escrevo.
PRONTOS!
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quarta-feira, 22 de outubro de 2008
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Ora cá estou eu a relatar a parte mais importante do meu dia de ontem.
Dei folga ao fisioterapeuta!
Fui acompanhar o Dom Filho e a Dona Nora “à ecografia”.
Ansiosos estavam os Papás.
Eu? Nem por isso!
O género é-me indiferente. Já era esse o meu sentimento quando fui Papá por 2 vezes.
Quer-se um Modelo perfeito, com saúde, inteligente, esperto e com mais uns quantos predicados.
Disso só se tomará conhecimento com o tempo.
Mas os Papás queriam um menino!
Grande pontaria e habilidade, honra seja feita ao novel casal, será mesmo um menino!
Fiquei satisfeito com a felicidade dos Papás.
O Papá bateu palmas e a Mamã sorriu serenamente e com ar de uma certa cumplicidade.
Vai portanto ser versão Afonso e não Matilde. Acontece que nos últimos tempos, os projectistas se têm debatido com a designação final do novo Modelo no caso de ser “machinho”. Aguardemos serena e calmamente. Sem designação não vai ficar.
Após uma relativamente rápida ida à cafetaria, feitas as despedidas da praxe, o Dom Filho acompanhou-me ao táxi que me conduziu ao meu destino.
Pelo caminho fui matutando e “desfilando” mentalmente os acontecimentos.
Bloqueei e entrei em iteração!
Não é que o Dom Filho arranjou uma bela sogra!
Bela e amarela!
E simpática!
E elegante!
Vai de dar comigo a pensar que o descafeinado e a sandes de queijo não me mataram o bicho.
Faltou-me uma peça de fruta!
Calma Albertinho que há fruta proibida e… nem toda a fruta é comestível!
Mas que fiquei com fome, lá isso é uma grande verdade!
Sobre a fruta, recordei que até aos meus 13 anos não era coisa que me atraísse de sobremaneira.
Mas a partir dessa altura passei a gostar de quase toda a variedade na sua diversidade.
Marcha quase tudo.
Não sou esquisito!
Não me atrai especialmente a fálica banana.
Consta-se que prende a intestinal função.
O tempo foi passando.
As repetidas batidas do Malhete …
Desbloqueei e o programa mental passou a executar na perfeição!
.
Ora cá estou eu a relatar a parte mais importante do meu dia de ontem.
Dei folga ao fisioterapeuta!
Fui acompanhar o Dom Filho e a Dona Nora “à ecografia”.
Ansiosos estavam os Papás.
Eu? Nem por isso!
O género é-me indiferente. Já era esse o meu sentimento quando fui Papá por 2 vezes.
Quer-se um Modelo perfeito, com saúde, inteligente, esperto e com mais uns quantos predicados.
Disso só se tomará conhecimento com o tempo.
Mas os Papás queriam um menino!
Grande pontaria e habilidade, honra seja feita ao novel casal, será mesmo um menino!
Fiquei satisfeito com a felicidade dos Papás.
O Papá bateu palmas e a Mamã sorriu serenamente e com ar de uma certa cumplicidade.
Vai portanto ser versão Afonso e não Matilde. Acontece que nos últimos tempos, os projectistas se têm debatido com a designação final do novo Modelo no caso de ser “machinho”. Aguardemos serena e calmamente. Sem designação não vai ficar.
Após uma relativamente rápida ida à cafetaria, feitas as despedidas da praxe, o Dom Filho acompanhou-me ao táxi que me conduziu ao meu destino.
Pelo caminho fui matutando e “desfilando” mentalmente os acontecimentos.
Bloqueei e entrei em iteração!
Não é que o Dom Filho arranjou uma bela sogra!
Bela e amarela!
E simpática!
E elegante!
Vai de dar comigo a pensar que o descafeinado e a sandes de queijo não me mataram o bicho.
Faltou-me uma peça de fruta!
Calma Albertinho que há fruta proibida e… nem toda a fruta é comestível!
Mas que fiquei com fome, lá isso é uma grande verdade!
Sobre a fruta, recordei que até aos meus 13 anos não era coisa que me atraísse de sobremaneira.
Mas a partir dessa altura passei a gostar de quase toda a variedade na sua diversidade.
Marcha quase tudo.
Não sou esquisito!
Não me atrai especialmente a fálica banana.
Consta-se que prende a intestinal função.
O tempo foi passando.
As repetidas batidas do Malhete …
Desbloqueei e o programa mental passou a executar na perfeição!
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terça-feira, 21 de outubro de 2008
Hoje RECORDO. Hoje RECOMENDO.
.
Hoje RECORDO.
Recordo a muito saudosa Janis Joplin.
Aos 19 anos dei comigo a chorar pela sua morte.
Ainda hoje tenho saudades da sua voz.
Partiu demasiado cedo. Uma overdose aos 27 anos de idade.
Uma voz diferente. Uma forma de cantar diferente – algo rock – algo soul.
Só nos legou 4 álbuns, o último editado postumamente!
E ao Oceano Pacífico deixou as suas cinzas.
Hoje RECOMENDO.
Joss Stone
e
Brandi Carlile!
Quase divinais!
DIVINAL, DIVINAL, foi quem eu hoje recordei!
.
Hoje RECORDO.
Recordo a muito saudosa Janis Joplin.
Aos 19 anos dei comigo a chorar pela sua morte.
Ainda hoje tenho saudades da sua voz.
Partiu demasiado cedo. Uma overdose aos 27 anos de idade.
Uma voz diferente. Uma forma de cantar diferente – algo rock – algo soul.
Só nos legou 4 álbuns, o último editado postumamente!
E ao Oceano Pacífico deixou as suas cinzas.
Hoje RECOMENDO.
Joss Stone
e
Brandi Carlile!
Quase divinais!
DIVINAL, DIVINAL, foi quem eu hoje recordei!
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domingo, 19 de outubro de 2008
Robin Goldstein
.
Profissão – Enólogo
Idade – 31
Livros – Wine Trials - já publicado, Critics for Sale - em fase de escrita
Característica – Mais esperto do que os chicos espertos.
A que propósito vos venho “falar” de Robin Goldstein?
A Wine Spectator, prestigiadíssima revista de vinhos conhecida como a Bíblia do Vinho e lida por mais de 2 milhões de pessoas em todo o mundo, faz avaliações de restaurantes por todo o mundo, no tocante às suas cartas de vinhos.
Até aqui tudo bem. A Michelin e outros também avaliam restaurantes! Outros avaliam outras coisas!
Mas, a Wine Spectator, cobra 183€ a cada restaurante para a sua inscrição no concurso de avaliação. Neste ano inscreveram-se mais de 4.500 restaurantes. Façam-se as contas!
O Sr. Robin Goldstein desconfiou dos critérios e da efectivação do estudo que a revista faria.
Vai daí montou um engenhoso esquema. “Criou virtualmente” um restaurante em Itália, o Osteria l’Intrepido. Criou um blogue, onde se podia consultar o menu e a carta dos vinhos. Pôs no blogue posts com supostos comentários de clientes que teriam apreciado o restaurante. Muniu-se de 1 telefone que tinha uma mensagem a informar que o restaurante estava fechado para obras.
De seguida, inscreveu-se para o concurso do corrente ano para o que pagou os 183€ da praxe!
E ficou a aguardar os resultados da sua maquinação.
E não é que a honradíssima Wine Spectator atribuíu um Prémio de Excelência, ao inexistente Osteria l’Intrepido, pela qualidade da sua carta de vinhos!
Mas não é tudo! Da referida carta de vinhos constavam alguns que teriam sido, anteriormente, muito criticados pela Wine Spectator, o Amartore Clássico La Fabrieseria – 1988, o Barolo – 1990 e o Amarrone Clássico Gioé – 1993!
A bicharada com que andamos metidos!
Este cidadão, por sorte, desconhecia a existência de tão famosa e útil revista.
Este cidadão, vai continuar a desconhecer a existência da dita revista.
De resto,
para este cidadão,
vinho do Dão.
Senão, Não!
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Profissão – Enólogo
Idade – 31
Livros – Wine Trials - já publicado, Critics for Sale - em fase de escrita
Característica – Mais esperto do que os chicos espertos.
A que propósito vos venho “falar” de Robin Goldstein?
A Wine Spectator, prestigiadíssima revista de vinhos conhecida como a Bíblia do Vinho e lida por mais de 2 milhões de pessoas em todo o mundo, faz avaliações de restaurantes por todo o mundo, no tocante às suas cartas de vinhos.
Até aqui tudo bem. A Michelin e outros também avaliam restaurantes! Outros avaliam outras coisas!
Mas, a Wine Spectator, cobra 183€ a cada restaurante para a sua inscrição no concurso de avaliação. Neste ano inscreveram-se mais de 4.500 restaurantes. Façam-se as contas!
O Sr. Robin Goldstein desconfiou dos critérios e da efectivação do estudo que a revista faria.
Vai daí montou um engenhoso esquema. “Criou virtualmente” um restaurante em Itália, o Osteria l’Intrepido. Criou um blogue, onde se podia consultar o menu e a carta dos vinhos. Pôs no blogue posts com supostos comentários de clientes que teriam apreciado o restaurante. Muniu-se de 1 telefone que tinha uma mensagem a informar que o restaurante estava fechado para obras.
De seguida, inscreveu-se para o concurso do corrente ano para o que pagou os 183€ da praxe!
E ficou a aguardar os resultados da sua maquinação.
E não é que a honradíssima Wine Spectator atribuíu um Prémio de Excelência, ao inexistente Osteria l’Intrepido, pela qualidade da sua carta de vinhos!
Mas não é tudo! Da referida carta de vinhos constavam alguns que teriam sido, anteriormente, muito criticados pela Wine Spectator, o Amartore Clássico La Fabrieseria – 1988, o Barolo – 1990 e o Amarrone Clássico Gioé – 1993!
A bicharada com que andamos metidos!
Este cidadão, por sorte, desconhecia a existência de tão famosa e útil revista.
Este cidadão, vai continuar a desconhecer a existência da dita revista.
De resto,
para este cidadão,
vinho do Dão.
Senão, Não!
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quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Desintrebinquinquilhacar!
.
Para a saudade matar, labutar a escrevinhar!
Versejar sempre!
Namorar eternamente!
Lamentar tantos erros meus!
Brincar como só eu o sei fazer!
Chorar pela minha Minhoquinha!
Suar as estopinhas, sem sucesso, para de algo a convencer!
Procurar por novas oportunidades!
Pesquisar em tudo o que é sítio!
Analisar as disponibilidades!
Esperar pelo seu regresso!
Desenhar este SEIO!
Consegues ver uma Mama com um erecto Mamilo nas minhas palavras?
Sim!? SUSSEXO!!!
.
Para a saudade matar, labutar a escrevinhar!
Versejar sempre!
Namorar eternamente!
Lamentar tantos erros meus!
Brincar como só eu o sei fazer!
Chorar pela minha Minhoquinha!
Suar as estopinhas, sem sucesso, para de algo a convencer!
Procurar por novas oportunidades!
Pesquisar em tudo o que é sítio!
Analisar as disponibilidades!
Esperar pelo seu regresso!
Desenhar este SEIO!
Consegues ver uma Mama com um erecto Mamilo nas minhas palavras?
Sim!? SUSSEXO!!!
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Hoje fui tirar os pontos!
.
Lá se foram os meus ricos pontinhos!
Dói? Perguntava a bela Carla
Mirando-me com seus belos olhinhos.
Não percebi se era jeito dela,
Ou se estava anestesiado por ela.
E aquele sorriso marotinho…!!!
Cuidado, aos 57 ainda sou malandrinho!
E no fim, a suavidade da dita
A pôr-me o pensinho,
Pôs-me a minha cuja aflita
Em acordo com o pensamentinho.
Sacrista do médico que vai de informar que as próximas consultas são no seu consultório, onde "passa a ser seguido"!
Filho da esta,
Filho daquela,
Filho daqueloutra!
Oh gajo sem o mínimo de sensibilidade! Vai-te catar malandro!
Gandulo! Médico Sacana
Do Hospital de Sant'Ana!
O que fazer?
Bem, ainda tenho um joelho bom para estragar
Para, para a bela Carla poder ir olhar!
Valerá a pena, só para olhar!?
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Lá se foram os meus ricos pontinhos!
Dói? Perguntava a bela Carla
Mirando-me com seus belos olhinhos.
Não percebi se era jeito dela,
Ou se estava anestesiado por ela.
E aquele sorriso marotinho…!!!
Cuidado, aos 57 ainda sou malandrinho!
E no fim, a suavidade da dita
A pôr-me o pensinho,
Pôs-me a minha cuja aflita
Em acordo com o pensamentinho.
Sacrista do médico que vai de informar que as próximas consultas são no seu consultório, onde "passa a ser seguido"!
Filho da esta,
Filho daquela,
Filho daqueloutra!
Oh gajo sem o mínimo de sensibilidade! Vai-te catar malandro!
Gandulo! Médico Sacana
Do Hospital de Sant'Ana!
O que fazer?
Bem, ainda tenho um joelho bom para estragar
Para, para a bela Carla poder ir olhar!
Valerá a pena, só para olhar!?
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quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Vinho, ainda ele e sempre o dito!
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Em 25 do passado mês de Setembro, postei sobre vinho. Achei que o devia fazer.
Hoje volto a postar sobre o vinho.
Quando António Silva, num filme que todos recordamos, dizia qualquer coisa como “ Palhete! Deste já não há mais!”, todos nos ríamos do inusitado da situação provocada por um furo na parede.
Agora em Itália, mais concretamente na cidade de Marino, por erro humano, das torneiras das casas jorrou vinho branco em vez de água!
O acontecimento ocorreu no passado Domingo, durante a abertura do mais famoso Festival de Vinho de Itália – a Festa da Uva de Marino.
O precioso néctar em vez de jorrar da Fonte dei Quattro Mori, no centro da cidade, para celebrar a transformação da água em vinho, vai de ir parar às canalizações da água. Ter-se-ão desviado do destino cerca de 3.000 litros de vinho branco.
É com uma profunda tristeza e um enorme desgosto que, mais uma vez, constato a minha inata incapacidade para estar no local certo à hora certa!
Para quando, “nesta Lisboa que eu amo”, um festival do género e alguém que accione a alavanca errada na altura da abertura do festival?
Por lá, em Marino, houve quem acreditasse tratar-se de um milagre da Virgem do Rosário, a padroeira da Festa da Uva.
Por cá, desde já me comprometo atratar do vinhinho como deve ser e a não atribuir um hipotético milagre a quem quer que seja – nem sequer ao Santo António.
Alguém conhece o Adriano Palozzi, o Presidente da Câmara de Marino, para o convidar a vir a Lisboa, para junto do António Costa, lhe dar umas dicas, o incentivar, o capacitar a empreender a tarefa de criar em Lisboa um Festival da Uva, ou do Vinho, ou das Castas, ou do Baco, ou do nome que lhe queira dar?
Pode ser que alguém, mecha no torniquete errado!
Os Alfacinhas talvez gostassem de abrir uma torneira nas suas casas e obterem vinho, nem que fosse uma vez por ano!
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Em 25 do passado mês de Setembro, postei sobre vinho. Achei que o devia fazer.
Hoje volto a postar sobre o vinho.
Quando António Silva, num filme que todos recordamos, dizia qualquer coisa como “ Palhete! Deste já não há mais!”, todos nos ríamos do inusitado da situação provocada por um furo na parede.
Agora em Itália, mais concretamente na cidade de Marino, por erro humano, das torneiras das casas jorrou vinho branco em vez de água!
O acontecimento ocorreu no passado Domingo, durante a abertura do mais famoso Festival de Vinho de Itália – a Festa da Uva de Marino.
O precioso néctar em vez de jorrar da Fonte dei Quattro Mori, no centro da cidade, para celebrar a transformação da água em vinho, vai de ir parar às canalizações da água. Ter-se-ão desviado do destino cerca de 3.000 litros de vinho branco.
É com uma profunda tristeza e um enorme desgosto que, mais uma vez, constato a minha inata incapacidade para estar no local certo à hora certa!
Para quando, “nesta Lisboa que eu amo”, um festival do género e alguém que accione a alavanca errada na altura da abertura do festival?
Por lá, em Marino, houve quem acreditasse tratar-se de um milagre da Virgem do Rosário, a padroeira da Festa da Uva.
Por cá, desde já me comprometo atratar do vinhinho como deve ser e a não atribuir um hipotético milagre a quem quer que seja – nem sequer ao Santo António.
Alguém conhece o Adriano Palozzi, o Presidente da Câmara de Marino, para o convidar a vir a Lisboa, para junto do António Costa, lhe dar umas dicas, o incentivar, o capacitar a empreender a tarefa de criar em Lisboa um Festival da Uva, ou do Vinho, ou das Castas, ou do Baco, ou do nome que lhe queira dar?
Pode ser que alguém, mecha no torniquete errado!
Os Alfacinhas talvez gostassem de abrir uma torneira nas suas casas e obterem vinho, nem que fosse uma vez por ano!
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domingo, 5 de outubro de 2008
Hoje Não Marcho! Amanhã Marcho!
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Hoje Não Marcho! Amanhã Marcho!
Hoje, comemora-se uma data em que muitos marcharam.
Hoje, eu não marcho.
Ontem, dia 4, não fui a Santarém à inauguração da estátua ao Bernardo Santareno, não fui à visita guiada à Casa dos Patudos em Alpiarça, não fui à conferência “Os Valores Republicanos” pelo Sapientíssimo G:. M:., não fui ao Concerto Musical com a Ala dos Namorados.
Ontem, fiz uma viagem! Grande e difícil! Da Parede para Lisboa! Bem acompanhado – Dom Filho e Dona Nora. Pelo “caminho” parámos para o almoço. Para o almoço, parei e arranquei muitas vezes. Custou – um pouco. Gostei – muito.
Já é a terceira vez que passo por um pós-operatório, mas ainda não estou lá muito habituado a estas andanças; deve ser falta de jeito…
Hoje, não vou prestar a devida homenagem ao António José de Almeida, não vou ao almoço de Confraternização Republicana, não vou ao Concerto da Orquestra Ligeira do Exército em Campo de Ourique, não vou ao Concerto Sinfónico em Santarém.
Hoje, fico em casa. Os meus companheiros de ontem vêm cá almoçar. Os comes já cá estão. Os bebes vão chegar – oferta do Dom Compadre.
Ah! Amanhã marcho! Marcho para a Fisioterapia!
BAMUSLÁABERUQUEBAIACONTECERAOMEURICUJUELHINHU!!!
A partir de Março tenho de estar operacional.
Chega um novo Modelo.
Ainda não sei se é versão Afonso ou Matilde.
Seja lá o que for, os fabricantes do Modelo terão de ir produzir.
Seja lá o que for, de quando em vez terei de ir pôr o Modelo a desentorpecer!
Seja lá o que for, tenho de me preparar para o deseducar; ou sou Avô ou não sou!!!
Está na hora
Está na hora
Está na hora de m’ir embora
Vamos morfar. Bom apetite p’ra nós. Bom proveito p’ra nós.
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Hoje Não Marcho! Amanhã Marcho!
Hoje, comemora-se uma data em que muitos marcharam.
Hoje, eu não marcho.
Ontem, dia 4, não fui a Santarém à inauguração da estátua ao Bernardo Santareno, não fui à visita guiada à Casa dos Patudos em Alpiarça, não fui à conferência “Os Valores Republicanos” pelo Sapientíssimo G:. M:., não fui ao Concerto Musical com a Ala dos Namorados.
Ontem, fiz uma viagem! Grande e difícil! Da Parede para Lisboa! Bem acompanhado – Dom Filho e Dona Nora. Pelo “caminho” parámos para o almoço. Para o almoço, parei e arranquei muitas vezes. Custou – um pouco. Gostei – muito.
Já é a terceira vez que passo por um pós-operatório, mas ainda não estou lá muito habituado a estas andanças; deve ser falta de jeito…
Hoje, não vou prestar a devida homenagem ao António José de Almeida, não vou ao almoço de Confraternização Republicana, não vou ao Concerto da Orquestra Ligeira do Exército em Campo de Ourique, não vou ao Concerto Sinfónico em Santarém.
Hoje, fico em casa. Os meus companheiros de ontem vêm cá almoçar. Os comes já cá estão. Os bebes vão chegar – oferta do Dom Compadre.
Ah! Amanhã marcho! Marcho para a Fisioterapia!
BAMUSLÁABERUQUEBAIACONTECERAOMEURICUJUELHINHU!!!
A partir de Março tenho de estar operacional.
Chega um novo Modelo.
Ainda não sei se é versão Afonso ou Matilde.
Seja lá o que for, os fabricantes do Modelo terão de ir produzir.
Seja lá o que for, de quando em vez terei de ir pôr o Modelo a desentorpecer!
Seja lá o que for, tenho de me preparar para o deseducar; ou sou Avô ou não sou!!!
Está na hora
Está na hora
Está na hora de m’ir embora
Vamos morfar. Bom apetite p’ra nós. Bom proveito p’ra nós.
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terça-feira, 30 de setembro de 2008
IMBRÓGLIOS!!!
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J e I
Hoje é véspera!
N(est)a véspera vos escrevo!
Véspera de muito!
Véspera de pouco!
Véspera de nada!
Mas lá que é véspera… lá isso é!
Tanta coisa que podia ter sido diferente!
Se calhar, se soubéssemos, tudo podia ter sido diferente!
Se calhar, por incapacidade, nada podia ter sido diferente!
Rosto enrugado é velhice,
Cabelo branco é saudade.
Saudade do quê?
Saudade do futuro.
Saudade do futuro, como? Não sei. Só sei que é o que sinto!
Se amanhã não falarmos, dá-se o ponto final. Afinal sempre há um ponto final!
Se amanhã falarmos, pensemos na ciência a utilizar para não mais “faladrarmos”!
Até breve.
Até sempre.
Amo-vos MM:. QQ:. FF:.
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J e I
Hoje é véspera!
N(est)a véspera vos escrevo!
Véspera de muito!
Véspera de pouco!
Véspera de nada!
Mas lá que é véspera… lá isso é!
Tanta coisa que podia ter sido diferente!
Se calhar, se soubéssemos, tudo podia ter sido diferente!
Se calhar, por incapacidade, nada podia ter sido diferente!
Rosto enrugado é velhice,
Cabelo branco é saudade.
Saudade do quê?
Saudade do futuro.
Saudade do futuro, como? Não sei. Só sei que é o que sinto!
Se amanhã não falarmos, dá-se o ponto final. Afinal sempre há um ponto final!
Se amanhã falarmos, pensemos na ciência a utilizar para não mais “faladrarmos”!
Até breve.
Até sempre.
Amo-vos MM:. QQ:. FF:.
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